acreditar na vida e
aprender a sorrir quando
não mais refúgios para a dor se tem
e não se deixa fugir a força motriz da vida
libertar o cerne, o centro, o sangue da questão
quando esvair-se o que foi feito para se esvair no vão
entre o pranto e a ilusão, o tênue. penumbra que
tinha como tanto o descarte, a energia vã
sentiu-se mais livre ela, quando perdeu a juventude e
no fundo de si mesma percebeu o cerne, o ponto
e que sempre existe um encontro com a verdadeira vida
bastava só esvair o que fora feito para esvair-se