eras ergueram meio-termos
e todos os romances foram sinceros
e se encerram com devido termo
como se fossem eternos
a labuta dos dias não encara a fuga
em juras de infinito e para sempre
até o fim em uma luta justa
entre felicidade e contentamento
é justo, é sacramento
o suor não se dá ao infinito
a dor está no sempre
assim como era no princípio,
agora e sempre
nem sempre bonito
nem sempre como se era no princípio
o tempo passa
o infinito se afasta com todos os hojes
e aquéns do vai-e-vem dos dias
todos estamos à mercê dos dias
e tão casualmente, sempre, do infinito
e dos infindáveis princípios em decorrer
a decorrência do precipícios
o estagno à correr do início
e minha sede que não para de nascer
13 março, 2011 no 1:36 pm
Bom dia!
Sou aluna do curso de comunicação da Universidade Feevale, estamos realizando uma pesquisa para conhecer o interesse de novos escritores gaúchos em publicar suas criações em uma editora online.
QUESTIONÁRIO P/ ESCRITOR:
https://spreadsheets.google.com/viewform?hl=pt_BR&pli=1&formkey=dFdCZVlwMldveEJMb0ZKLTkyOVhGdlE6MQ#gid=0
QUESTIONÁRIO P/ LEITOR:
https://spreadsheets0.google.com/viewform?formkey=dFlOX3pHbDZ6S0JUYlhSVUh6LWtFQ3c6MQ
Agradecemos muito se você responder o questionário no link, nos ajudaria a definir o projeto desta Editora Online gaúcha. Não é vírus, é uma pesquisa rápida de 6 perguntas montadas no Google Docs.
Muito Obrigada!
Daniela Ilges – Aluna / Feevale