Pois estou aqui, por minha vez em diante, gritando o que não tenho para falar, um parágrafo bonito e lúdico, cheio de palavras difíceis e inúteis, pois este é nosso português, este que não sei desta raiva que sinto de não saber falar, destas palavras repetidas e sem rumo algum.
Leio nada. Nada leio. Nem Drummond, nem Saramago. Odeio a inteligência. Tenho ciúmes dos que sabem mais. Este é meu fervor de discórdia, a estúpida dose enfática que me dou o luxo neste momento, de falar, sem ser escutado.
Ódio berrante em tons cinzentos, para todas as decencias desta vida indecente. Todos os ritmos pessoais e o frenési encarcerado dos meus lábios.
Para todas alternativas, a vida é cheia de belezas, a vida é longa e isso me deixa feliz, mais tempo para errar e cair. Isso é muita bondade divina, ter chances de se erguer.
E de todos os ápices, não tenho nada a dizer, fiz isto como desabafo, para expulsar o medo e a vergonha de dizer que sou imperfeito.
E TODOS, todos que dúvidarem disto, achando que nem parecia, saibam, amigos para festa é somente à noite, o resto ninguém sabe, do quão burro e sábio posso ser, do quão pobre e simples, do metódico e do fácil, do feliz e do deprimido. cada Vágner desconhecido diante dos olhos noturnos de uma corja embriagada num sábado à noite.
Passar bem…
amo-te e conheço-te mais a cada dia que passa. Num cÃrculo vicioso. =***
Comentário por amêndoa — 24/Julho/2005 @ 4:28 am
Pô…
Não lembrava desta apresentação. Boa!
Comecei a reler su gran BLOG.
Hasté
Comentário por MiLTòiN — 27/Novembro/2005 @ 2:01 am