Sobre a verdade…

Eu já procurei todas as maravilhas do mundo, todas as verdades, mas cada procura por respostas me leveram à mais perguntas. Procurei as verdades divinas, físicas, químicas, históricas, biológicas e filosóficas, e o que encontrei foi a grande necessidade de reuinir todos os conceitos humanos para formular uma só teoria.

Como se fosse uma teoria do caos, onde cada um é um indíviduo, regido por forças sociais, biológicas, anatômicas, históricas, etc., sendo assim como desvendar o real mistério do Homem, de Deus e do Universo? Onde procurar ou como saber encaixar as perguntas, para chegar a uma só resposta?

Matérias não-visíveis, mas que interagem com o meio físico conhecido, poderiam ser de influencia espiritual, segundo minhas conclusões sobre minhas leituras acerca do espiritismo de Allan Kardec. Reunindo conceitos hindus sobre a meditação transcendente, pra fins de evolução e de expanção mental, chega-se ao mesmo ponto que o espiritismo relata, sobre ter consciência do todo, ver ouvir, sentir, esse algo que todos tem adormecido dentro de si, esperando somente condições morais e físicas para serem libertadas. Em tudo e em todos há uma matéria específica, temos o corpo e o espírito, o corpo constituído por átomos de vibrações e energias visiveis e sensíveis ao nossos sentidos comuns, a fora disto há os outros sentidos, desconhecidos de nós, atingidos por profunda meditação, hindu; alucinógenos, Castañeda, e por boa moral e conduta humana, espiritismo; e o espírito, com sua ação invisível, mas completamente interagente com a vida e a “morte”.

Um meio que encontrei de perceber o espírito, pouco fútil e que não consigo explicar, é sentir o pensamento dentro de si, voltar-se adentro de seu Eu, fechar os olhos e encarar o som sem volume que te fala o teu Eu, teu espírito, ou até mesmo outros espíritos se comunicando através de pensamento, mas que afinal, parecem ser os seus…

Sem mais à dizer
e me desculpem a falta de organização e estruturação textual…

vágner

Para os Desconhecidos…

Pois estou aqui, por minha vez em diante, gritando o que não tenho para falar, um parágrafo bonito e lúdico, cheio de palavras difíceis e inúteis, pois este é nosso português, este que não sei desta raiva que sinto de não saber falar, destas palavras repetidas e sem rumo algum.

Leio nada. Nada leio. Nem Drummond, nem Saramago. Odeio a inteligência. Tenho ciúmes dos que sabem mais. Este é meu fervor de discórdia, a estúpida dose enfática que me dou o luxo neste momento, de falar, sem ser escutado.
Ódio berrante em tons cinzentos, para todas as decencias desta vida indecente. Todos os ritmos pessoais e o frenési encarcerado dos meus lábios.

Para todas alternativas, a vida é cheia de belezas, a vida é longa e isso me deixa feliz, mais tempo para errar e cair. Isso é muita bondade divina, ter chances de se erguer.
E de todos os ápices, não tenho nada a dizer, fiz isto como desabafo, para expulsar o medo e a vergonha de dizer que sou imperfeito.

E TODOS, todos que dúvidarem disto, achando que nem parecia, saibam, amigos para festa é somente à noite, o resto ninguém sabe, do quão burro e sábio posso ser, do quão pobre e simples, do metódico e do fácil, do feliz e do deprimido. cada Vágner desconhecido diante dos olhos noturnos de uma corja embriagada num sábado à noite.

Passar bem…